Ministros da Defesa da África Oriental determinados a combater Al-Shabaab
Addis-Abeba - Os ministros da Defesa da África Oriental lançaram um apelo terça-feira à elaboração de uma abordagem global, visando combater os terroristas e os piratas na Somália, bem como a apoiar a operação militar queniana contra o movimento islamita Al Shabaab, noticia hoje (quarta-feira) a PANA.
A União Africana (UA) convocou uma reunião dos países fornecedores de tropas na Somália, dos quais o Burundi, Djibouti, a Etiópia, o Quénia, a Somália e o Uganda, para analisar a situação política, de segurança e humanitária na Somália.
A reunião dos ministros da Defesa segue-se à dos chefes do estado-maior das Forças Armadas ocorrida de 5 a 12 de Novembro de 2011, indica o Departamento de Paz e Segurança da UA.
O comissário da UA para a Paz e Segurança, Ramtane Lamamra, presidiu as discussões em que também participou uma alta funcionária das Nações Unidas encarregada da manutenção da paz, Susan Malcora, para discutir os meios de consolidar a paz e a segurança na Somália.
Os ministros da Defesa declararam que progressos positivos foram registados na Somália, dos quais a assinatura do Acordo de Kampala que estipula meios para pôr termo ao actual Governo Federal de Transição (TFG) e organizar eleições em Agosto de 2012.
"A reunião sublinhou o seu apoio aos esforços da UA para restaurar a segurança na Somália e facilitar a implementação do roteiro político que vai inaugurar um novo processo político em Agosto", disse a UA num comunicado.
Os ministros da Defesa saudaram a operação militar queniana em curso contra o Al Shabaab e consideram-na de "avanço positivo" que enfraqueceu eventualmente o grupo militante no sul e no sudeste da Somália.
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Brasil
A notícia boa é que o Brasil tem conseguido manter o crescimento, enquanto outros países, como os da Europa, estão estagnados ou até em recessão. O Brasil está melhor do que eles. Também está melhor do que os EUA que, na melhor das hipóteses, crescerão 2%. Mas está crescendo menos do que outros países emergentes, como China e Índia.
Como avançou 7,5% no ano passado, ficou próximo do nível deles, mas este ano está crescendo bem menos. Isso significa em parte que foi atingido pela crise.
Num ambiente de tanta deterioração externa, o Brasil está mantendo o crescimento. É preocupante crescer 3% e não saber, no meio de Novembro, se vai conseguir trazer a inflação para 6,5%, considerada alta em qualquer país.
Logo no começo de 2012 haverá elevação do salário mínimo, que gera mais renda, consumo, aumento de impostos, mas também eleva o custo do governo com as aposentadoria e tem impacto na inflação de serviços.
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aliança estratégica
PM português realça aliança estratégica com Angola
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aliança estratégica
PM português realça aliança estratégica com Angola
Luanda - O primeiro-ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho, afirmou hoje (quinta-feira) que o seu país tem tudo a ganhar ao dar um impulso grande a aliança estratégica com Angola, no quadro da cooperação económica entre os dois países.
Segundo Pedro Passos Coelho, que falava no encontro empresarial Angola-Portugal, no Centro Cultural Português, em Luanda, essa relação, na qual incluiu o Brasil, pode catapultar os países membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) para mercados regionais mais alargados.
" E foi esse o pano de fundo que me trouxe a Luanda", disse, ao mesmo tempo que reconheceu ter sido "uma visita relativamente curta, mas essencial por permitir que as entidades dos dois países se conhecessem directamente".
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Pentágono
Chefe do Pentágono defende retirada das tropas do Iraque
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Pentágono
Chefe do Pentágono defende retirada das tropas do Iraque
WASHINGTON — O chefe do Pentágono, Leon Panetta, defendeu nesta terça-feira a retirada das tropas americanas do Iraque no próximo mês, diante das duras críticas de alguns legisladores, dizendo que os Estados Unidos precisam aceitar que o Iraque era um Estado soberano.
Durante uma tensa audiência na comissão de Defesa do Senado centrada na retirada das forças americanas do Iraque, Panetta afirmou que os Estados Unidos tentaram alcançar um acordo para manter um pequeno contingente de tropas neste país após o fim do ano, mas as negociações se chocaram com a questão da "imunidade legal" para os soldados americanos.
Em resposta ao republicano John McCain, que acusa o presidente Barack Obama de abandonar o Iraque, Panetta disse que os Estados Unidos não podem simplesmente decidir o que querem sobre o Iraque.
"Eram negociações com um país soberano", afirmou. "Não se tratava de que nós lhes disséssemos o que iríamos fazer".
Embora o governo iraquiano estivesse disposto a adotar as proteções legais, os Estados Unidos exigiam que o Parlamento ratificasse as garantias, mas isso resultou ser muito difícil, explicou Panetta.
"Eu não ia ter nossas tropas ali... sem as imunidades", disse.
Panetta disse acreditar que o Iraque conseguirá lidar com a questão da segurança e com a influência do vizinho Irã.
Mais cedo durante a mesma audiência, o chefe do Estado-Maior conjunto, general Martin Dempsey, manifestou sua preocupação pelo futuro do Iraque depois da retirada das tropas.
"Antecipando-me à pergunta sobre se estou preocupado pelo futuro do Iraque, a resposta é sim", disse Dempsey diante dos senadores.
Apesar disso, Dempsey disse estar de acordo com a decisão do presidente Obama de retirar o total das tropas diante da negativa do Iraque de dar imunidade legal
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Crise de fome
Crise de fome no Chifre da África afeta 13,3 milhões de pessoas
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Crise de fome no Chifre da África afeta 13,3 milhões de pessoas
O novo cálculo aponta que 146 mil pessoas precisam receber alimentos em Djibuti, 4 milhões na Somália e 4,3 milhões no Quênia, das quais 560 mil são refugiados .
Já chega a 13,3 milhões o número de vítimas da crise de fome no Chifre da África, de acordo com a última avaliação das necessidades humanitárias na Somália e no Quênia, revelou nesta sexta-feira o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários.
Sete semanas após a ONU ter anunciado o estado da crise de fome na região do Chifre da África, 900 mil vítimas da crise se juntaram aos 12,4 milhões inicialmente afetados pela falta de alimentos, principalmente na Somália.
O novo cálculo aponta que 146 mil pessoas precisam receber alimentos em Djibuti, 4 milhões na Somália e 4,3 milhões no Quênia, das quais 560 mil são refugiados (482 mil somalis e os demais de outras nacionalidades).
A avaliação revelou também que 4,8 milhões de pessoas precisam de ajuda urgente na Etiópia, sendo 181 mil refugiados somalis e 80 mil de outros países.
No total, os refugiados são 841 mil das 13,3 milhões pessoas atingidas nessa região africana.
"A situação piora conforme a crise avança para Bay, no sul da Somália, a sexta região afetada", alertou em entrevista coletiva a porta-voz da instituição, Elisabeth Byrs.
A porta-voz da ONU em Genebra, Corinne Momal-Vanian, antecipou que é provável que "nas próximas semanas a crise alcance outras regiões".
Outro dado alarmante foi divulgado por uma porta-voz do Fundo da ONU para a Infância (Unicef), que declarou que de 2,3 milhões de crianças entre 5 e 17 anos que vivem nas regiões central e sul da Somália, 78% não frequentam escola, seja porque estão desalojadas ou pela insegurança.
Pequim, 15 nov (EFE).- Um comitê de intelectuais chineses anunciou nesta terça-feira que dará ao primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, o Confúcio da Paz, condecoração criada ano passado em resposta ao Prêmio Nobel concedido ao escritor e dissidente chinês Liu Xiaobo.
Segundo o comitê, Putin mereceu o prêmio por sua 'sua posição pacífica contra o bombardeio na Líbia', destacou o semanário 'China Newsweek'.
A notícia foi surpreendente, já que em setembro o Ministério da Cultura chinês anunciou que o prêmio seria cancelado pois seus organizadores não tinham autorização para promovê-lo.
Para driblar a restrição, Os criadores do Confúcio da Paz registraram o prêmio em Hong Kong.
O comitê, formado por 16 acadêmicos de vários centros de estudo chineses, elegeu Putin entre oito candidatos, como por exemplo a chanceler alemã, Angela Merkel, o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, e o ex-secretário da ONU Kofi Annan.
A primeira edição do Prêmio Confúcio, anunciado em 2010, foi dado ao ex-líder taiuanês Lien Chan, que não quis comparecer à cerimônia de entrega.
Um de seus organizadores, o professor Yang Disheng, disse no mês passado à Agência Efe que o prêmio foi criado em protesto pela concessão do Nobel ao dissidente Liu Xiaobo, mas que ao mesmo tempo nasceu 'para mostrar que a China tem outro conceito de paz'. A cerimônia de entrega acontecerá em 9 de dezembro, exatamente um dia antes da premiação do Nobel da Paz. EFE
Pequim, 15 nov (EFE).- Um comitê de intelectuais chineses anunciou nesta terça-feira que dará ao primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, o Confúcio da Paz, condecoração criada ano passado em resposta ao Prêmio Nobel concedido ao escritor e dissidente chinês Liu Xiaobo.
Segundo o comitê, Putin mereceu o prêmio por sua 'sua posição pacífica contra o bombardeio na Líbia', destacou o semanário 'China Newsweek'.
A notícia foi surpreendente, já que em setembro o Ministério da Cultura chinês anunciou que o prêmio seria cancelado pois seus organizadores não tinham autorização para promovê-lo.
Para driblar a restrição, Os criadores do Confúcio da Paz registraram o prêmio em Hong Kong.
O comitê, formado por 16 acadêmicos de vários centros de estudo chineses, elegeu Putin entre oito candidatos, como por exemplo a chanceler alemã, Angela Merkel, o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, e o ex-secretário da ONU Kofi Annan.
A primeira edição do Prêmio Confúcio, anunciado em 2010, foi dado ao ex-líder taiuanês Lien Chan, que não quis comparecer à cerimônia de entrega.
Um de seus organizadores, o professor Yang Disheng, disse no mês passado à Agência Efe que o prêmio foi criado em protesto pela concessão do Nobel ao dissidente Liu Xiaobo, mas que ao mesmo tempo nasceu 'para mostrar que a China tem outro conceito de paz'. A cerimônia de entrega acontecerá em 9 de dezembro, exatamente um dia antes da premiação do Nobel da Paz. EFE


